26 de abril de 2007

Consequências

Lambeu-me todas as vértebras,
Mordeu minha boca
Deu-me meia dúzia de orgasmos
Dia 20 de fevereiro casou-se com minha prima
Só de raiva, dei para o padre

11 comentários:

antenor disse...

poso dizer algo?
Você é incrível, escreve lindamente.

m0u disse...

Amei! :)

Fabiana... Maria... disse...

Olha quem eu acabo de encontrar, vc no mundo dos blogueiros! que massa. Adorei seus poemas!!!
xero

Anônimo disse...

Ei! Potyra é minha filha..´. É como um pássaro vermelho de bico amarelo e asas nada indecisas. É como uma palmeira daquelas que ficam superpostas sobre a lua. É um caso, um acaso, um córrego na noite plácida!

Renata Mielli disse...

Oi Potyra, não conhecia o seu blog. Estava fazendo uma faxina nas minhas mensagens do Orkut e vi a tua 'propaganda'. Vim conferir e gostei muito mesmo. Adorei tudo no seu blog, o nome, os post, você tem um humor e olhar sobre as coisas muito interessante. Vou te adicionar no meu blog. Um grande beijo!

Girotto disse...

Tô sempre passando pra ver as novas. Beijos meus e da Tati.

Leon K. disse...

Curto e emblemático. Só agora vim ver seu blog.. e você escreve mesmo muito bem, parabéns.

Davi disse...

Bah Essa guria, tu vai virar mula sem cabeça, deu pro padre...

ALEX BRANCO disse...

da onde vc tirou essa? kkkk, gostei! bjs

Potyra, disse...

Pessoas!!!!
Vcs fizeram uma blogueira feliz!!
Valeu.
Ah, o anônimo é minha mãe... deu pra ver, né?
beijos.

iilógico disse...

delícia de texto!
ah! o padre era de dores do indáia?